Depois das travertinas continuámos para cima indo em direcção das ruínas de Hierápolis. É de tal forma mágico o local que esta mensagem teria que ser repartida em duas, pois uma coisa são as piscinas outra as ruínas. Ao longo da montanha passamos por um jardim muito agradável, com vários passadiços de pedra ou de madeira e sempre com as travertinas como paisagem, embora não tivessem água.
A antiga cidade termal, um autêntico centro de saúde daqueles tempos, não era pequena. Tal é, que o majestoso teatro lá mais acima nos surpreendeu dadas as suas dimensões nunca antes vistas, quer pelo que conhecemos da Grécia e Itália. Metemo-nos pela rua principal da cidade que se vê na foto em cima, a rua principal de Hierápolis, uma rua colunada. Passamos pela porta norte Bizantina e caminhamos pelo empedrado típico romano. Passamos pelas latrinas que são sempre um vestígio curioso de ser ver até chegarmos à porta Dominiana. À direita encontram-se a antiga Ágora, totalmente em ruínas, e a antiga igreja bizantina. Mais para o fundo, encontra-se a Necrópole que tem dos mais variados túmulos, uns com uma forma arredondada. Não a explorámos muito mais. Voltámos para trás, em direcção ao Teatro e de facto, é uma estrutura fantástica. Que lindo teatro! Excelente acústica.
Por fim, descemos passando pelo Museu de Hierápolis que já estava fechado e passeámos por dentro da Piscina Antiga. O preço para se poder usufruir era de 15 Liras. O dia acabou em Pamukkale nas piscinas travertinas, a aproveitar os últimos raios do bonito sol laranja. Gostámos muito de vir até aqui.
Por fim, descemos passando pelo Museu de Hierápolis que já estava fechado e passeámos por dentro da Piscina Antiga. O preço para se poder usufruir era de 15 Liras. O dia acabou em Pamukkale nas piscinas travertinas, a aproveitar os últimos raios do bonito sol laranja. Gostámos muito de vir até aqui.

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