Partimos de manhã cedo em direcção ao Alentejo, fazendo a A6 até Montemor-o-Novo e depois percorrendo a N4 que está sempre em boas condições até entrarmos em Espanha. O nosso primeiro destino destes 4 dias de férias, fim-de-semana incluído, é a cidade de Mérida. O nosso objectivo é conhecer um pouco melhor a região da Extremadura espanhola, mas também dar um pulo à cidade de Salamanca, uma cidade tão badalada por todos.
Como sempre, as auto-vias espanholas estão em boas condições e de Badajoz até Mérida, é um pulo. Já em Mérida, conseguimos estacionar bem o carro perto do monumento principal que queríamos conhecer, o Sítio Arqueológico que é Património Mundial da UNESCO desde 1993. Almoçámos num café mesmo à entrada que servia uns menus acessíveis. Decidi-me pelo gazpacho à espanhola, ela pela paella. Não estavam nada maus.
Por 12€, temos acesso a bastantes monumentos da cidade, um hole-in-one que inclui:
A visita ao Sítio Arqueológico é muito agradável. Estava um tempo excelente para passear. A Arena e depois o Anfiteatro são os edifícios de maior relevo, sendo a fachada deste último de facto soberba. De seguida, fomos de carro para o Circo Romano que ainda não estava aberto, mas até abrir, passámos pelo Aqueduto Romano de San Lázaro. O Circo Romano em si não tem nada de especial. Dentro do edifício há uma referência ao filme Ben-Hur que é conhecido pela corrida de Quadrigas. Seguimos de carro para a Basílica de Sta. Eulália, onde tínhamos também entrada já paga e visitámos a cripta. Também não achámos nada por aí além.
Deixámos o carro mais bem estacionado e prosseguimos a nossa visita pelo Alcazaba, um Castelo árabe que servia de protecção à cidade no seu tempo. Muito interessante como sempre e com vistas bonitas para o rio Guadiana que corre em direcção a Badajoz. A descida à cisterna é a não perder. Estilo e construção árabes que são marcantes no período de vida em que o castelo foi habituado, sendo substituído pelo estilo romano e ocidental nos outros edifícios adjacentes. É giro perceber a evolução dos tempos, mesmo que só sejam ruínas.
Seguimos a pé para a Praça de Espanha onde se encontram o Ayuntamiento e a Concatedral da cidade que se encontrava fechada. Tomando o caminho do Sítio Arqueológico, passamos pelo fantástico Templo de Diana, muito mais bem conservado e completo que o de Évora, mas por outro lado envolto num edifício moderno que estraga totalmente a beleza do monumento. Precisa de espaço! Mais à frente, encontra-se outro monumento igualmente belo, com trabalho de escultura tipicamente romana. O Museu Nacional de Arte Romana era o nosso alvo final e contém todo o espólio do Sítio Arqueológico. Pagámos 3€ cada e rapidamente entrámos para visitar os seus 4 andares, dado que já só tínhamos cerca 1 hora de visita. Desde várias estátuas romanas, a fantásticos painéis de mosaicos como nunca antes tínhamos visto, o Museu é de ficar de boca aberta! Foi com pena que já não tivemos tempo visitar as suas catacumbas.
Se não conhecem Mérida, aproveitem e dêem um salto até lá. Está relativamente perto e todo o espólio deixado pelos Romanos, é merecedor de ser visto. Não esquecer que Emerita Augusta era a cidade mais importante da Península Ibérica no tempo do grande Império Romano.
Como sempre, as auto-vias espanholas estão em boas condições e de Badajoz até Mérida, é um pulo. Já em Mérida, conseguimos estacionar bem o carro perto do monumento principal que queríamos conhecer, o Sítio Arqueológico que é Património Mundial da UNESCO desde 1993. Almoçámos num café mesmo à entrada que servia uns menus acessíveis. Decidi-me pelo gazpacho à espanhola, ela pela paella. Não estavam nada maus.
Por 12€, temos acesso a bastantes monumentos da cidade, um hole-in-one que inclui:
- Teatro / Anfiteatro
- Circo Romano
- Cripta Santa Eulalia
- Zona Arqueológica de Morería
- Alcazaba
- Casa Mitro / Columbarios
A visita ao Sítio Arqueológico é muito agradável. Estava um tempo excelente para passear. A Arena e depois o Anfiteatro são os edifícios de maior relevo, sendo a fachada deste último de facto soberba. De seguida, fomos de carro para o Circo Romano que ainda não estava aberto, mas até abrir, passámos pelo Aqueduto Romano de San Lázaro. O Circo Romano em si não tem nada de especial. Dentro do edifício há uma referência ao filme Ben-Hur que é conhecido pela corrida de Quadrigas. Seguimos de carro para a Basílica de Sta. Eulália, onde tínhamos também entrada já paga e visitámos a cripta. Também não achámos nada por aí além.
Deixámos o carro mais bem estacionado e prosseguimos a nossa visita pelo Alcazaba, um Castelo árabe que servia de protecção à cidade no seu tempo. Muito interessante como sempre e com vistas bonitas para o rio Guadiana que corre em direcção a Badajoz. A descida à cisterna é a não perder. Estilo e construção árabes que são marcantes no período de vida em que o castelo foi habituado, sendo substituído pelo estilo romano e ocidental nos outros edifícios adjacentes. É giro perceber a evolução dos tempos, mesmo que só sejam ruínas.
Seguimos a pé para a Praça de Espanha onde se encontram o Ayuntamiento e a Concatedral da cidade que se encontrava fechada. Tomando o caminho do Sítio Arqueológico, passamos pelo fantástico Templo de Diana, muito mais bem conservado e completo que o de Évora, mas por outro lado envolto num edifício moderno que estraga totalmente a beleza do monumento. Precisa de espaço! Mais à frente, encontra-se outro monumento igualmente belo, com trabalho de escultura tipicamente romana. O Museu Nacional de Arte Romana era o nosso alvo final e contém todo o espólio do Sítio Arqueológico. Pagámos 3€ cada e rapidamente entrámos para visitar os seus 4 andares, dado que já só tínhamos cerca 1 hora de visita. Desde várias estátuas romanas, a fantásticos painéis de mosaicos como nunca antes tínhamos visto, o Museu é de ficar de boca aberta! Foi com pena que já não tivemos tempo visitar as suas catacumbas.
Se não conhecem Mérida, aproveitem e dêem um salto até lá. Está relativamente perto e todo o espólio deixado pelos Romanos, é merecedor de ser visto. Não esquecer que Emerita Augusta era a cidade mais importante da Península Ibérica no tempo do grande Império Romano.

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